Que o transporte público coletivo de Joinville (SC) não é a oitava maravilha do mundo, assim como em quase toda cidade brasileira, mas também não precisava chegar ao ponto de deixar as pessoas a tomar chuva, ou sol, ao desabrigo nos pontos de ônibus espalhados pela cidade. Aliás, clamada em verso e prosa como a maior do estado.

É incrível como a cada dia as pessoas ficam sem ter onde sentar, onde fugir da chuva, do sol, porque a Prefeitura e suas concessionárias do transporte coletivo ficam no jogo de empurrra, e os abrigos somem sem ninguém dar satisfações. Parece até que isso é não é pago nas tarifas altíssimas e nos impostos pagos regiamente em dia aos cofres do município.

Será que não há uma viva alma do governo municipal que ande de ônibus? Pelo menos para ver em que situação são deixados os contribuintes que pagam tudo o que lhes é empurrado goela abaixo? Só eu já trabalhei há pelo menos 10 anos no tema, e promessas mil foram jogadas ao vento. A verdade é que até hoje, sai governante, entra governante, ninguém dá bola para o usuário, o pagador de tudo! Não há recursos nem aqui, nem no estado, nem em Brasília? Não acredito…

Vamos trabalhar um pouco aí gente da Prefeitura, e concessionárias do transporte coletivo, por favor! Os usuários agradecem imensamente, e soltarão foguetes pela imensa bondade dos senhores. Vamos dar uma resposta?

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salvadornetooficial@gmail.com

Jornalista e escritor. Criador e Editor do Palavra Livre, cofundador da Associação das Letras com sede no Brasil (SC). Foi criador e apresentador de programas de TV e Rádio como Xeque Mate, Hora do Trabalhador entre outros trabalhos na área. Tem mais de 35 anos de experiência nas áreas de jornalismo, comunicação, assessoria de imprensa, marketing e planejamento. É autor dos livros Na Teia da Mídia (2011), Gente Nossa (2014) e Tinha um AVC no Meio do Caminho (2024). Tem vários textos publicados em antologias da Associação Confraria das Letras, onde foi diretor de comunicação.

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