Crônica: Entre o Atlântico e a memória
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Por Salvador Neto Acordei com o cheiro do mar de Alcobaça entrando pela janela, como se fosse um velho amigo vindo me lembrar que estou longe de casa, mas não da minha história. Joinville, minha cidade natal, ainda vive em mim — nos sons da chuva que caía sem pedir licença, nas ruas largas onde aprendi a caminhar com urgência e esperança. Lembro do barulho das bicicletas, do cheiro de pão fresco nas padarias da rua do Príncipe, das manhãs frias que pediam café forte e conversa boa. Aqui em Portugal,...
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