A Comissão de Inquérito da ONU confirmou que Israel cometeu quatro dos cinco atos definidos como genocidas pela Convenção Internacional: assassinatos em massa, danos físicos e mentais graves, condições de vida insustentáveis e medidas para impedir nascimentos. Mais de 240 mil palestinos foram mortos, feridos ou desaparecidos desde outubro de 2023, com 67 mil mortos confirmados, incluindo milhares de crianças.
O Brasil, sob liderança de Lula, aderiu formalmente à ação da África do Sul na Corte Internacional de Justiça, acusando Israel de genocídio. Em discurso na ONU, Lula afirmou: “Nada justifica a matança indiscriminada de civis. O que ocorre em Gaza é genocídio.”
Enquanto isso, o Hamas aceitou negociar um acordo de paz proposto por Trump, incluindo a libertação de reféns e a entrega do governo de Gaza a uma administração internacional. A comunidade internacional pressiona por um cessar-fogo imediato e por investigações independentes sobre os ataques a hospitais, escolas e abrigos civis.
Da Redação Palavra Livre

Genocídio em Gaza: ONU confirma crimes de guerra e Brasil lidera ação internacional contra Israel
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