anonimosSempre acreditei, e acredito, que você tem de encarar seus problemas de frente. E quando você diverge de algo ou alguém sobre o que for, deve discutir isso francamente com bases em ideias, e mais, frente à frente, ou então assumindo seu comentário, sua ideia, sua origem e quem sabe o seu objetivo.

O que estamos vendo a todo momento na campanha eleitoral é o envio de tudo quanto é informação maldosa por emails sobre a candidata Dilma Roussef. Pior do que o envio porém, anônimo, é o repasse do mesmo adiante, sem qualquer aceite da outra parte. Minha caixa amanhece a anoitece cheia dessas bobagens. Uma vergonha.

Creio que essa prática corriqueira a cada eleição têm de ser revista, sob pena de entrarmos em um processo beligerante entre forças políticas, entidades civis, religiosas, partidárias por conta da covardia de anônimos que insistem em macular os outros sem mostrar a cara. Pior que o anônimo é o repassador cúmplice desse ato tenebroso, que afasta as pessoas e promove o mal.

Ao receber mensagens maldosas, replique com o bem, e corte relações a quem lhe enviou, só o liberando para uma nova relação de comunicação após um novo processo elevado de troca de notícias. Cobrar do outro uma postura mais evoluída é o mínimo que devemos e podemos fazer.

2 comentários

  1. As pessoas que passam esse tipo de mensagem são aquelas que não tem convicção daquilo que falam ou divulgam e tambem não tem o menor respeito pela dignidade da outra. alem disso não são capazes de enfrentar as adversidades sem usar da baixaria tentando o convencimento e a vitória do telespectador, e pensam que aqueles que recebem suas mensagens são tão incapazes e inrresponsáveis quanto…tambem acho que o congresso tem que criar o mais urgente a lei da net para acabar com essa baixaria de pessoas sem argumentação e acima de tudo sem respeito e dignidade.

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Autor

salvadornetooficial@gmail.com

Jornalista e escritor. Criador e Editor do Palavra Livre, cofundador da Associação das Letras com sede no Brasil (SC). Foi criador e apresentador de programas de TV e Rádio como Xeque Mate, Hora do Trabalhador entre outros trabalhos na área. Tem mais de 35 anos de experiência nas áreas de jornalismo, comunicação, assessoria de imprensa, marketing e planejamento. É autor dos livros Na Teia da Mídia (2011), Gente Nossa (2014) e Tinha um AVC no Meio do Caminho (2024). Tem vários textos publicados em antologias da Associação Confraria das Letras, onde foi diretor de comunicação.

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