Categoria: Cultura, Literatura e Artes

Oscar 2026: entre o poder de Hollywood e a força crescente do cinema global
Uma leitura lusófona sobre a 98ª edição dos prémios da Academia Palavra Livre – Cultura | Cinema A 98ª cerimónia dos Óscares, marcada para 15 de março de 2026 no Dolby Theatre, em Los Angeles, chega num momento em que o cinema mundial vive uma das suas maiores transformações desde o advento do som. A
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Brasil abre edital histórico para memória popular e literatura das periferias
Da Redação Palavra Livre – Lívia LemosO Ministério da Cultura anunciou, na manhã de quinta-feira passada (5/3), o lançamento de um edital nacional de R$ 50 milhões destinado a projetos de memória social, arquivos comunitários, bibliotecas populares e literatura periférica. A apresentação foi conduzida pela ministra Margareth Menezes, na sede do MinC, em Brasília, diante
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Dia Internacional da Mulher | Editorial – “Mulheres que escrevem o mundo”
Durante oito dias, convocámos mulheres que não pediram licença para existir. Mulheres que escreveram apesar da fome, apesar do exílio, apesar da censura, apesar do medo. Mulheres que escreveram com o corpo inteiro — e com o que lhes tentaram arrancar. Esta série não é apenas um percurso literário: é um mapa de sobrevivência, um
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Série Especial Mulheres 8: Conceição Lima (São São Tomé e Príncipe) e Hilda Hilst (BRASIL)
Mulher, corpo, palavra, futuro Por Palavra Livre | Cultura e Literatura CONCEIÇÃO LIMA — A GUARDIÃ DA MEMÓRIA ATLÂNTICA (SÃO TOMÉ E PRÍNCIPE) A poesia de Conceição Lima (1961–) é uma das mais importantes vozes da literatura africana contemporânea. Nascida em Santana, São Tomé e Príncipe, Conceição escreve a partir de um arquipélago marcado pela
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Série Especial Mulheres – 6: Anna Akhmátova (Rússia) e Adélia Prado (Brasil)
Espiritualidade, cotidiano, testemunho, sobrevivência Por Palavra livre | Cultura e Literatura ANNA AKHMÁTOVA — A MULHER QUE ESCREVEU SOB O TERROR (RÚSSIA) A poesia de Anna Akhmátova (1889–1966) é uma das mais poderosas vozes do século XX. Ela escreveu sob o terror stalinista, num país onde a palavra podia custar a vida. Viu amigos serem
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Série Especial Mulheres – 6: Ingeborg Bachmann (ÁUSTRIA) e Gabriela Mistral (CHILE)
Dor, exílio, cuidado, educação, pós‑guerra INGEBORG BACHMANN — A MULHER QUE ESCREVEU CONTRA A GUERRA (ÁUSTRIA) Audiodescrição: fundo cinza frio; nome “Ingeborg Bachmann” ao centro; símbolo de pássaro estilizado, sugerindo fuga, pensamento e inquietação. A poesia de Ingeborg Bachmann (1926–1973) é uma das mais intensas expressões da literatura europeia do pós‑guerra. Nascida em Klagenfurt, na
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Série Especial Mulheres – 5: Gioconda Belli (Nicarágua) e Alda Lara (Angola)
Maternidade, amor, pátria, revolução Por Palavra Livre | Cultura | Literatura GIOCONDA BELLI — O CORPO COMO TERRITÓRIO DE REVOLUÇÃO (NICARÁGUA) A poesia de Gioconda Belli (1948–) é uma das mais intensas expressões da literatura latino-americana contemporânea. Sua obra nasce da interseção entre corpo e política, erotismo e revolução, maternidade e liberdade. Gioconda escreve como
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Série Especial Mulheres – 4: Odgeroo Noonuccal (Austrália) e Carolina Maria de Jesus (Brasil)
Terra, exclusão, verdade, justiça social Oodgeroo Noonuccal – A voz aborígene que reclamou a terra A poesia de Oodgeroo Noonuccal (1920–1993) é uma das mais importantes vozes da literatura indígena do século XX. Nascida na ilha de Minjerribah (North Stradbroke Island), pertencente ao povo Quandamooka, Oodgeroo cresceu num país que sistematicamente apagava, silenciava e violentava
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Série Especial Mulheres – 3: Forugh Farrokhzad (Irão) e Wislawa Szymborska (Polônia)
Coragem, pensamento crítico, ruptura, ironia Forugh Farrokhzad — A mulher que abriu janelas num país de muros A poesia de Forugh Farrokhzad (1935–1967) é uma das forças mais revolucionárias da literatura persa moderna. Ela escreveu num país onde a mulher era convocada ao silêncio, à obediência, à invisibilidade. Forugh recusou esse destino. Sua obra é
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Série Especial Mulheres – 2: Alfonsina Storni (Argentina) e Sophia de Mello Breyner Andresen (Portugal)
Liberdade, ética, corpo, autonomia Alfonsina Storni – A mulherque escreveu contra o silêncio A poesia de Alfonsina Storni (1892–1938) é uma lâmina que corta o silêncio. É uma voz que se ergueu num tempo em que mulheres eram convocadas a obedecer, calar, servir. Alfonsina recusou esse destino. Escreveu sobre desejo, autonomia, maternidade, desigualdade, violência simbólica
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