O blog Palavra Livre,  quer explicações da saúde pelo ocorrido.

Meio dia, deixei de almoçar para levar minha filha, de 05 anos, e minha sobrinha, de 02, para vacinar (campanha de vacinação contra sarampo e pólio) no postinho de saúde do Saguaçu. Chegando lá, somente eu, minha mãe e as crianças na fila, ninguém na nossa frente, fui atendida, então a mulher pediu as carteirinhas e viu que uma criança era do bairro Floresta e outra do Boa Vista, então informou que as crianças só poderiam ser vacinadas cada uma no postinho de sua região.
 Argumentei que eu trabalhava, que meio dia era meu único horário de folga e nada. Então, orientada pela minha mãe, fui até o postinho do C. e Silva, onde lá, além de muito bem atendida, fui informada que é obrigação, em campanha de vacinação, todos os postos vacinarem qualquer criança, independente de onde moram. Voltei até lá no Posto
 do Saguaçu e perguntei onde estava escrito que era permitido vacinar somente crianças do Saguaçu, e a atendente informou que isso foi estabelecido pelo próprio posto. Mencionei que isso era desumano e que eu iria denunciar, e a mulher com tom de deboche ainda disse “Pode
 denunciar!”. Te pergunto, e as mães que trabalham e não tem carro? Ou sei lá, que tenha outro contra tempo? Essas crianças não serão vacinadas? Porque o postinho “decidiu” que só vai vacinar as crianças dessa ou daquela região? Mas que PA-LHA-ÇA-DA é essa?
 
 Por favor, me ajudem a espalhar essa noticia, de que o postinho de
 saúde do Saguaçú estabelece, por conta própria, QUEM ELES QUEREM E NÃO
 QUEREM VACINAR! Pior, selecionam crianças! Absurdo!

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Autor

salvadornetooficial@gmail.com

Jornalista e escritor. Criador e Editor do Palavra Livre, cofundador da Associação das Letras com sede no Brasil (SC). Foi criador e apresentador de programas de TV e Rádio como Xeque Mate, Hora do Trabalhador entre outros trabalhos na área. Tem mais de 35 anos de experiência nas áreas de jornalismo, comunicação, assessoria de imprensa, marketing e planejamento. É autor dos livros Na Teia da Mídia (2011), Gente Nossa (2014) e Tinha um AVC no Meio do Caminho (2024). Tem vários textos publicados em antologias da Associação Confraria das Letras, onde foi diretor de comunicação.

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