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Fenabrave aponta venda de mais de 320 mil veículos em março

Vendas de veículos continuam aquecidas
Vendas de veículos continuam aquecidas

As vendas de automóveis, comerciais leves, caminhões e ônibus novos no Brasil totalizaram quase 300 mil unidades em março até o dia 29, último mês de redução do Imposto Sobre Produtos Industrializados (IPI) que incide sobre veículos, mostraram dados da associação das concessionárias, Fenabrave, desta terça-feira.

Somadas, as vendas nesses segmentos totalizaram 299.217 unidades neste mês até segunda-feira (29), contra 220.951 unidades em todo o mês de fevereiro e 271.446 unidades em março de 2009. Com base em previsão da Fenabrave para a comercialização nos dois últimos dias de março, as vendas chegarão a cerca de 322,5 mil unidades neste mês.

Se confirmado, o número ratificará o recorde mensal histórico para o setor automotivo brasileiro, conforme antecipado por representantes da indústria. “Segundo as nossas projeções, será o melhor mês da história para os segmentos de automóveis, comerciais leves e caminhões, mostrando que o governo acertou ao reduzir a alíquota do IPI para os veículos e também a redução significativa do custo do Finame/BNDES para caminhões”, afirmou em nota o presidente da Fenabrave, Sérgio Reze.

Até agora, o recorde mensal de vendas de automóveis, comerciais leves, caminhões e ônibus no país foi registrado em setembro do ano passado, quando o total ficou perto de 310 mil unidades. Para o presidente da Fenabrave, a volta do IPI aos patamares originais não deve alterar de forma significativa os resultados positivos esperados para o setor em 2010.

No início de março, o ministro da Fazenda, Guido Mantega, previu vendas de 310 mil veículos em março, após ter se reunido com representantes da Anfavea, associação das montadoras instaladas no país. O governo brasileiro implementou em dezembro de 2008 a redução do IPI sobre veículos, em alguns casos colocando a alíquota em zero, para incentivar as vendas de automóveis em meio à crise econômica global.

Com informações da CNM/CUT

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