Da Redação Palavra Livre
O Equador vive uma escalada de violência política. Em outubro, um atentado com carro-bomba deixou mortos e feridos em Quito, seguido por protestos massivos contra o governo de Daniel Noboa. Organizações internacionais denunciam repressão policial, prisões arbitrárias e censura. A crise se intensificou após denúncias de corrupção envolvendo contratos públicos e favorecimento de empresas ligadas ao governo.
A instabilidade no Equador reflete um padrão preocupante na América do Sul, onde a polarização política e a fragilidade institucional abrem espaço para abusos. A sociedade civil exige transparência, justiça e respeito aos direitos fundamentais.






Deixe um comentário