Tag: poemas

Poema – “Ecos do Amanhã”
Nas ruas vazias da cidade, Passos ecoam memórias, Cada esquina, um suspiro, Cada sombra, uma história. O tempo, tecelão invisível, Entrelaça passado e futuro, Em fios de ouro e prata, Tecendo sonhos no escuro. Florescem jardins secretos, Em corações que esperam, Primaveras de esperança, Em invernos que desesperam. O sol nasce em horizontes, Onde a
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Poesia – Solitude”
Do primeiro passo, lembrei Na queda que sobreveio, choreiPois, depois, aprendi o equilíbrio Descobri pra quê, o livre arbítrio Por entre trilhas, chão batido, asfalto Lapidei meu espírito livre, e alado Às sombras, nevoeiros, ventanias Bebi coragem e mordi sabedorias Não busquei louros, ouros ou tesouro A simplicidade me fascina, nascedouro Daquilo que sonhei e
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Uma Poesia – “Horror sem fim?”
Poesia – “Horror sem fim?” Em terras tão antigas e sagradas,O sangue dos inocentes é derramado.A guerra entre irmãos não cessa,E a desumanidade é o legado. Hamas e Israel se enfrentam,Num ciclo de dor e destruição.Os palestinos sofrem, clamam,Enquanto o mundo assiste, em inação. Crianças sem destino, sem lar,Vidas ceifadas pela crueldade.Onde está a justiça,
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Uma poesia – “Escutas”
Ouvir coisas que não fazem sentido, faz sentido, porque é melhor que não ter ouvido Escutar coisas que não fazem sentido, não faz sentido, porque escutar é mais que ouvir, é fazer ao outro, sentido. * Por SN, Portugal, 23maio2024 #poesiadodia #poesia #poemas #literatura #portugal #ler #escrever
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Poesia de Segunda – “Esqueço”
Esqueço, porque preciso esquecerPara viver Não há razões que nos façamÂncoras Esqueço, porque lembrar fazTempestades Há espelhos para enxergar O que senti Esqueço, mas lembro deSer bom Viajo por memórias infalíveis Vivo a voar Esqueço, esqueci, esquecerei Para viver. * por Salvador Neto, Portugal, 18mar2024 English Forget I forget because I need to forget To
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Poesia de Segunda – “Escombros”
Em meio à escuridão que me invade a alma,Eu sinto a desilusão fluir em cada veia,Os sonhos outrora vivos, agora são carmas,E a desesperança se instala feito uma teia. As promessas vazias, como vento passageiro,Desvaneceram-se no ar, num sopro sem rumo,Decepção é o amargo sabor, verdade cruel,Que atravessa o coração, deixando-o em jejum. Nos olhos
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Poesia de Terça – Sonho de Paz
No azul do céu, brilha o sol a me guiarNo canto dos pássaros, ouço a lua a cantarE nesse universo de luz e esplendorVou te cantar uma história de amor No brilho dos olhos, o pensamento voaNum abraço apertado, a paz se entrelaça à nossa peleE nesse encontro de almas em sintoniaVamos construir uma eterna
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Trova ao vento que passa, de Manuel Alegre
Vivemos dias loucos, de retornos a passados sombrios, onde fascistas ocupavam estados, e faziam barbaridades em nome de pátria, deus e família. Este blog vem trazer pois a palavra poética que combateu, e combate, ditadores e ditaduras, fascistas e desejosos de poder absoluto. Este poema do português Manuel Alegre é uma amostra do que a
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Conhece Pablo Neruda?
O poeta Pablo Neruda (Ricardo Eliecer Neftalí Reyes Basoalto) nasceu em 12 de julho de 1904, em Parral, no Chile. Mais tarde, em 1917, publicou seu primeiro texto, o artigo “Entusiasmo e perseverança”, no jornal La Mañana. A partir de então, passou a publicar poesias em periódicos. O autor, que morreu em 23 de setembro de 1973,
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