Categoria: Cultura, Literatura e Artes

Série Especial Mulheres – 6: Ingeborg Bachmann (ÁUSTRIA) e Gabriela Mistral (CHILE)
Dor, exílio, cuidado, educação, pós‑guerra INGEBORG BACHMANN — A MULHER QUE ESCREVEU CONTRA A GUERRA (ÁUSTRIA) Audiodescrição: fundo cinza frio; nome “Ingeborg Bachmann” ao centro; símbolo de pássaro estilizado, sugerindo fuga, pensamento e inquietação. A poesia de Ingeborg Bachmann (1926–1973) é uma das mais intensas expressões da literatura europeia do pós‑guerra. Nascida em Klagenfurt, na…
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Série Especial Mulheres – 5: Gioconda Belli (Nicarágua) e Alda Lara (Angola)
Maternidade, amor, pátria, revolução Por Palavra Livre | Cultura | Literatura GIOCONDA BELLI — O CORPO COMO TERRITÓRIO DE REVOLUÇÃO (NICARÁGUA) A poesia de Gioconda Belli (1948–) é uma das mais intensas expressões da literatura latino-americana contemporânea. Sua obra nasce da interseção entre corpo e política, erotismo e revolução, maternidade e liberdade. Gioconda escreve como…
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Série Especial Mulheres – 4: Odgeroo Noonuccal (Austrália) e Carolina Maria de Jesus (Brasil)
Terra, exclusão, verdade, justiça social Oodgeroo Noonuccal – A voz aborígene que reclamou a terra A poesia de Oodgeroo Noonuccal (1920–1993) é uma das mais importantes vozes da literatura indígena do século XX. Nascida na ilha de Minjerribah (North Stradbroke Island), pertencente ao povo Quandamooka, Oodgeroo cresceu num país que sistematicamente apagava, silenciava e violentava…
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Série Especial Mulheres – 3: Forugh Farrokhzad (Irão) e Wislawa Szymborska (Polônia)
Coragem, pensamento crítico, ruptura, ironia Forugh Farrokhzad — A mulher que abriu janelas num país de muros A poesia de Forugh Farrokhzad (1935–1967) é uma das forças mais revolucionárias da literatura persa moderna. Ela escreveu num país onde a mulher era convocada ao silêncio, à obediência, à invisibilidade. Forugh recusou esse destino. Sua obra é…
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Série Especial Mulheres – 2: Alfonsina Storni (Argentina) e Sophia de Mello Breyner Andresen (Portugal)
Liberdade, ética, corpo, autonomia Alfonsina Storni – A mulherque escreveu contra o silêncio A poesia de Alfonsina Storni (1892–1938) é uma lâmina que corta o silêncio. É uma voz que se ergueu num tempo em que mulheres eram convocadas a obedecer, calar, servir. Alfonsina recusou esse destino. Escreveu sobre desejo, autonomia, maternidade, desigualdade, violência simbólica…
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Série Especial Mulheres: Noémia de Sousa (Moçambique) e Conceição Evaristo (Brasil)
Memória, negritude, resistência, ancestralidade Por Palavra Livre | Cultura e LiteraturaNoémia de Sousa – A voz que incendiou a liberdadeA poesia de Noémia de Sousa (1926–2002) é um corpo em marcha. É tambor, é ferida, é grito, é chão. É a palavra que se ergue contra a violência colonial e afirma a dignidade negra num…
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Lançamento da Série “Mulheres que escrevem o mundo”
Por Palavra Livre | Cultura | LiteraturaHá gestos que não cabem num único dia. Há vozes que não se celebram apenas com flores, slogans ou efemérides apressadas. Há mulheres cuja palavra atravessou fronteiras, regimes, oceanos, silêncios, censuras, guerras, ditaduras, fomes, exílios, apagamentos — e ainda assim permaneceu. Permaneceu como chama, como bússola, como testemunho, como…
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Março no cinema: entre franquias globais e a urgência de descobrir outros mundos
As estreias do mês revelam a força das grandes narrativas — e a necessidade de olhar para além delas Palavra Livre | Cinema | Cultura Março chega com uma lista robusta de lançamentos que prometem ocupar salas, plataformas e conversas. A BBC destacou dez filmes que vão dominar o circuito comercial — de Peaky Blinders:…
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Especial Literatura Lusófona 2026
A literatura que atravessa fronteiras e devolve humanidade ao nosso tempo A literatura em língua portuguesa vive um dos seus momentos mais vibrantes. Não é apenas a força estética que se impõe — é a coragem política, a densidade humana, a capacidade de tocar feridas abertas e, ao mesmo tempo, oferecer caminhos de memória, resistência…
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UNESCO lança relatório histórico e pressiona ONU por um ODS da Cultura: a batalha global que pode redefinir o desenvolvimento sustentável
O relatório, com mais de 400 páginas, não é apenas um compêndio técnico. É um manifesto político. Um diagnóstico global. Um mapa estratégico. E, sobretudo, um convite à ação: a cultura precisa de um Objetivo de Desenvolvimento Sustentável (ODS) próprio na agenda pós‑2030. A frase que ecoa ao longo do documento — “Sem cultura, não há desenvolvimento sustentável” — tornou‑se…
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